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Vamos conhecer-nos?

13/11/2018

O Laboratório de emoções promovido pelo GRAM foi um sucesso e a repetição já está a ser organizada. Para que todos aprendam a conhecer-se melhor, como um todo

Inês F. Neto

Descobrir e despertar os sentidos e as emoções foi um dos objetivos do Laboratório de emoções promovido pelo GRAM em Ferreira do Zêzere, no final de setembro.
Uma experiência enriquecedora, a quatro dimensões, que ensinou as participantes a exercitar a mente e a despertar o espírito com meditação.
O Laboratório foi dirigido por Patrícia Caixinha, coach e master PNL, que ao longo do fim-de-semana de 28 a 30 de setembro ajudou as sócias a explorar as quatro dimensões do ser humano: física (corpo), emocional (emoções), intelectual (mente) e espiritual (espírito/ alma).
Patrícia Caixinha conduziu as participantes por uma verdadeira viagem interior, na descoberta do “eu” de cada um. Através de exercícios físicos, como a dança, e reflexões, a coach centrou o laboratório nesse conceito tão dúbio que é a felicidade.

Felicidade é possível

Considerando que a felicidade é “a nossa definição de origem”, levou o grupo ao questionamento do que nos faz perdê-la.
Indicando o caminho, Patrícia Caixinha lembrou os obstáculos que nos são colocados ao longo da vida: a pressão de pais e educadores, as regras sociais, o sistema de crenças e expectativas. Ou seja, somos levados na “busca da felicidade fora de nós mesmos”.
Para sermos felizes, considerou a coach, “é necessário remover os obstáculos e repor as nossas configurações de origem”.
E como, ao invés do computador, o ser humano não tem um botão de “resert”, tem de “apagar” o que correu menos bem através das suas armas: a capacidade de desaprender e reverter efeitos.
Ao longo da vida somos inconscientemente treinados para abdicarmos de ser felizes, o que guia as nossas ações, como estudar para ter um bom emprego.
Devemos aprender a conhecer as ilusões que nos colocam em confusão, os “ângulos mortos” que iludem a avaliação da realidade da vida, e abraçar cinco verdades fundamentais para que a felicidade dure: o aqui e o agora, a mudança, o amor, a morte e o desígnio.
“Aprendemos que a felicidade é o ter”, frisa Patrícia Caixinha, desafiando: “Chegou o momento de escolher ser feliz”, de remover pensamentos infelizes e substituí-los por outros mais positivos… e mais felizes.